segunda-feira, 11 de julho de 2011

Só para dizer que...

... a Praça da Árvore continua suja.

sábado, 27 de novembro de 2010

Parece a mesma foto de sempre...

....Mas não é!

Agora pela manhã, o que se vê na região da Pça é lixo por todos os lados. Resultado da noite, que por aqui é pesada (para dizer o mínimo).

Nada contra baladas e baladeiros, desde que respeitem a cidade. Tudo contra um comércio que só produz lixo (no sentido mais amplo do termo).

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Limpeza do Metrô


Desde ontem tenho observado a presença de um serviço de limpeza particular na área da Praça da Árvore.

Hoje descobri que prestam serviço ao Metrô. Não sei se temporariamente (pois há alguns meses uma parte da praça permanece fechada com tapumes da empresa) ou de forma definitiva.

Se fosse definitivo, seria um excelente sinal de co-responsabilização. A conferir.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Solicitações

Estive em contato recentemente com representantes da Prefeitura. Evidentemente, cobrando soluções para a questão do lixo, sempre urgente.

Segue abaixo um resumo dos diálogos, todos registrados por e-mail.

1) O Coordenador de Projetos e Obras - CPO da Subprefeitura Vila Mariana solicitou ao representante da Ecourbis, em 20/10/10, "uma panfletagem com horários e instruções aos comerciantes (na Pça. da Árvore), pois a situação lá é sempre crítica".

Comentário: Bom saber que a Prefeitura reconhece que a situação no local é crítica. Sinal que já conhecem o problema (primeira fase de qualquer sistema de planejamento).

2) O Gerente da Ecourbis na zona sul responde: "A panfletagem do local está agendada para ser realizada por um período de uma semana, já partir de hoje (20/10/10). Informo também que a coleta domiciliar é realizada diariamente no período diurno, Setor de Sigil VM 03 entre 8:30hs e 9:00hs. Quanto aos comerciantes, a despeito de panfletagens anteriores, insistem em disponibilizar seus resíduos independentemente do horário de passagem do caminhão coletor. Esclarecemos também que os sacos amarelos retratados na foto 18102010.jpg competem aos serviço de varrição".

Comentário: muito importante a constatação da concessionária, que reafirma nosso entendimento sobre os comerciantes dessa região ("a despeito de panfletagens anteriores, insistem em disponibilizar seus resíduos independentemente do horário de passagem do caminhão coletor") e a responsabilização do serviço de varrição por determinados tipos de resíduos.

3) Escrevo então ao Subprefeito e ao Coordenador mencionado acima, em 21/10/10:

Caros Subprefeito Manoel e Eng. Mauricio


Muito obrigado pela atenção.


Preocupa-me a informação, confirmada pelo Ecourbis, de que a despeito de panfletagens anteriores, os comerciantes insistem em disponibilizar seus resíduos independentemente do horário de passagem do caminhão coletor.


Quais podem ser as medidas sancionatórias imediatas?


Novamente, agradeço.
 
Thiago
 
4) Embora não tenha recebido resposta sobre esta última indagação, creio que já é um avanço o reconhecimento da irresponsabilidade dos comerciantes.

domingo, 7 de novembro de 2010

SP vai fechar empresa que não cuidar do próprio lixo

EVANDRO SPINELLI

Lojas, bares e restaurantes que colocarem mais de três sacos de lixo na rua para o caminhão levar poderão ter seus alvarás cassados. É o que promete a Prefeitura de São Paulo, oito anos depois de a regra entrar em vigor.

Toda empresa que produz mais de 200 litros de lixo -equivalentes a três sacos- por dia tem de contratar transportadores particulares para dar uma destinação aos seus resíduos. É o que está na lei, aprovada em 2002.

Das cerca de 12 mil toneladas diárias de lixo recolhidas pelas duas concessionárias do serviço na cidade, aproximadamente 10% vêm de empresas que, pela lei, teriam de cuidar do próprio lixo.

Atualmente, 4.147 empresas estão cadastradas na prefeitura como "grandes geradores", nome técnico para pessoas jurídicas que produzem mais de 200 litros de lixo por dia. Outras 5.450 estão com os cadastros vencidos.

Pode parecer muito, mas não é. Estima-se que mais de 100 mil estabelecimentos comerciais ou de serviços -de um total de 1 milhão-, além de prédios comerciais, se enquadrem nesse limite.

O secretário municipal de Serviços, Dráusio Barreto, aposta que as novas ações serão importantes para mudar o comportamento das empresas. "Agora, não será mais só multa. Nós vamos poder até suspender em definitivo a licença de funcionamento da empresa", disse.

Prevista na lei de 2002, a cassação da licença nunca foi aplicada. "Faltava a regulamentação. Agora temos", diz Barreto sobre decreto do prefeito Gilberto Kassab (DEM), publicado hoje no "Diário Oficial" da cidade.

EXIGÊNCIA ANTIGA

A ação vem sendo reivindicada há tempos pelas empresas de coleta de lixo. Elas reclamam que têm de coletar resíduos que não são de sua responsabilidade -os contratos preveem a coleta apenas do lixo domiciliar, excluindo grandes geradores.

O valor que as empresas recebem é fixo, independentemente da quantidade coletada. Quanto mais lixo, mais caro fica para as empresas, pois são necessários mais caminhões, mais funcionários, mais espaço nos aterros etc.

"Há estabelecimentos públicos que também precisam se enquadrar. Tinha um hospital que gerava de três a cinco toneladas de lixo normal por dia. Esse se enquadrou, mas outros não", diz Nelson Domingues, presidente da concessionária Ecourbis.

A prefeitura informou que os órgãos públicos também terão de se enquadrar, exceto os da administração direta, como escolas municipais.

Mais em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/826317-sp-vai-fechar-empresa-que-nao-cuidar-do-proprio-lixo.shtml

Folha de São Paulo

Sábado, 06 de novembro de 2010
caderno Cotidiano

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Igrejas também podem ajudar?


O desafio de promover melhorias urbanas na região da Praça da Árvore depende de considerável soma de esforços. Obviamente, alguns comerciantes locais que hoje degradam o espaço público não serão os primeiros a contribuir - embora isso não esteja descartado a médio e longo prazo.

Eu imagino, porém, que haja alguns parceiros potenciais nessa tarefa, que podem ajudar desde já: são igrejas cristãs da Av. Bosque da Saúde. Que eu conheça, são duas evangélicas (sendo uma Metodista) e uma católica (Paróquia Santa Terezinha).

Antes de buscar essa adesão, porém, é preciso fazer uma ressalva: a transformação começa dentro de casa - e, para ser mais preciso, também na porta de casa. "Reserva de vagas" na avenida, por exemplo, é uma postura incompatível com a nossa pretensão - suponho, comum -, de renovar o espaço público.

Em síntese, a messe é grande e os operários são poucos. Disso sabem as igrejas.

Mas ainda não sei quais são as concepções políticas das comunidades religiosas situadas na Av. Bosque da Saúde (políticas no sentido originário da palavra, ou seja, de defesa da polis). Espero um sinal favorável. Com fervor.